desportos radicais

05 décembre 2007

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Rapel

Cuidados que se deve ter

Rapel é um desporto perigoso. Toda prática de Rapel deve ser executada em grupo, pois um integrante é sempre responsável pela vida de outro. Toda descida de Rapel deve ter no mínimo três participantes:

  1. O que aborda: Que é o responsável por colocar o praticante na corda, conferir se seu equipamento está correcto e orientá-lo no momento da abordagem.

  2. O que desce: Que é o praticante actual, ou seja, quem vai fazer a descida.

  3. O que faz a segurança: Que é a pessoa que vai estar lá em baixo, segurando a corda, atento a qualquer vacilo que o que desce possa dar.

Quem fica responsável pela segurança da descida, deve ter total atenção, pois com ele fica o ultimo recurso antes de uma fatalidade. Quando alguém que está descendo perde o controle de sua descida, é o segurança quem vai ter que fazer o bloqueio dele na corda, ou seja, parar a sua queda e evitar que ele caia.

Esqui

Nota: Se procura O desporto aquático, consulte esqui aquático.

Esqui alpino

Esqui nórdico ou esqui de fundo

Esqui alpinismo

O esqui é um conjunto de disciplinas desportivas que têm em comum o uso de esquis como instrumento para percorrer distâncias em mantos nevosos.

A classificação clássica divide-se em três modalidades desportivas de esqui:

Nas competições, o esqui alpino apresenta-se nas especialidades de descida livre (downhill), slalom (gigante e especial) e combinada (descida livre e slalom).

Corrida de aventura

Corridas de aventuras, ou competições multi – desportivas, são competições que envolvem várias modalidades de desportos de aventura. em geral são realizadas em ambiente natural e têm como característica uma logística complexa, tanto na organização dos eventos como na formação e preparação das equipes de atletas. Por envolver muitas actividades desportivas, a quantidade de equipamentos utilizada pelos atletas é grande e a maioria é requerida obrigatoriamente pela organização da prova.

Não há um formato obrigatório, mas o mais utilizado é com equipes de dois a quatro atletas que precisam percorrer um trajecto marcado em mapas e cartas topográficas que são fornecidos pela organização do evento.

Modalidades mais comuns nas corridas de aventura

Trekking - Corrida ou caminhadas longas em trilhas ou estradas, vencendo desníveis topográficos.

Mountain Bike - Trecho percorrido em bicicleta.

Canoagem - Trechos de rios, mar ou lagos percorridos em canoas, caiaques ou balsas de rafting. Algumas vezes os atletas disputam a modalidade de bóia-cross ou aqua-ride, que é a descida de corredeiras montados em bóias de caminhão amarradas em formato de bote.

Actividades verticais - Desníveis verticais a serem transpostos utilizando-se de técnicas de escalada - tirolezas, ascenções ou Rapel .

Durante toda a corrida, ainda é necessário se utilizar de conhecimentos de orientação e navegação para poder passar pelos postos de controle, os PCs, marcados no mapa, tomando os caminhos mais curtos ou mais rápidos e registrando a passagem da equipe no local definido pela organização em ordem cronológica.

As competições podem ser classificadas de acordo com o tempo e distância total percorrida pelas equipes. As corridas podem ter de

40 a

400 km e durarem de algumas horas a vários dias e em muitas competições é somente a menor parte das equipes inscritas que consegue completar a prova.

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03 décembre 2007

Aggressive inline

Surgimento do aggressive inline (roller inline)

Este fato coloca o desporto radical conhecido como skate como derivado do esporte praticado pelos patinadores. Como ilustração disso, há uma teoria muito conhecida que revela que os surfistas em momentos nos quais o tempo esfriava muito e não podiam surfar nas águas, simulavam o esporte sobre tábuas com rodinhas, a fim de simular o mesmo efeito de quando estavam pegando ondas.

A invenção

O patins inline foi inventado nos Estados Unidos da América na década de 1980, por dois irmãos que jogavam hóquei no gelo. Astutos, eles patentearam o equipamento, ficaram Milionarios, investiram nele e fundaram a empresa que é conhecida como RollerBlade.

Categorias

  • 2- High Jump, Consiste "Pure High Jump" que é Salto em altura de Patins, e ainda "Best Trick" - melhor manobra.
  • 3- Street, são gaps, giros e grinds executados em obstáculos do cenário urbano como rampas, cantoneiras, corrimões, telhados e escadarias, melhores da categoria ("Chris Haffey e Brian Aragon");Felipe zambardino;Fabio Enes
  • 4- Vert, são as mesmas manobras executadas do street, em Halfpipe (rampa em forma de "U");

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07 novembre 2007

Boulder

O boulder é uma das modalidades da escalada em rocha, praticada sem o uso dos equipamentos de segurança como cordas e mosquetoes.

Bouldering in Saint Just, departement of Cantal, France

Bouldering in Saint Just, departement of Cantal, France

O boulder consiste em escalar pequenos blocos de pedras, geralmente com altura não superior a 6 metros, onde os movimentos para finalizar o boulder são geralmente de extrema dificuldade técnica e força.

Diferente da escalada esportiva que possui uma graduação de dificuldade de vias, o boulder é graduado usando a letra "V" seguida de um número, esse numero indica o grau de dificuldade do boulder, como por exemplo V1, V3 e V5. Atualmente os escaladores já encontraram boulders com graduação V14.

Outra particularidade do boulder é que as vias feitas nesses blocos de pedras são chamados de "problemas" ou "problemas de boulder", diferente da escalada tradicional ou esportiva onde temos "vias".

Para a prática de boulder é necessário sapatilhas, carbonato de magnésio (para as mãos) Crash Pad e um segurança de corpo.

O segurança de corpo é uma pessoa cujo o papel é fazer com que o escalador caia em pé em cima do crash pad, isso dá-se pois muitas vezes o escalador pode cair de mau jeito e mesmo em cima de um crash pad ele pode maguar-se.

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JUDO

Fundado em 1882 por Jigoro Kano, o Judo acaba por ser uma compilação da interpretação das várias formas de ju-jutsu aprendidas pelo Mestre.

Ao atingir um estatuto Olímpico, o Judo torna-se um desporto de alta competição, com regras bastante complexas, onde o objectivo primordial é o de derrubar ou imobilizar o adversário com a utilização de várias técnicas permitidas pela "lei Olímpica".

Judô ou judo é uma arte marcial praticada como desporto, fundada por Jigoro Kano em 1882. Os seus objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, para além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.

O Judo teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência do ju-jutsu, arte marcial praticada pelos bushi, ou cavaleiros durante o período Kamakura (1185-1333), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O Judô foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos. O primeiro clube judoca na Europa foi o londrino Budokway (1918).

A vestimenta utilizada nessa modalidade é o keikogi (não confundir com kimono), que no judô recebe o nome de judogi, e que com o cinturão forma o equipamento necessário à sua prática. O judogi pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em encontros importantes.

Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de praticantes.

Sua técnica utiliza basicamente a força e peso do oponente contra ele. Palavras ditas por mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual.

História do Judô

Decadência e renascimento do Jiu-jitsu

Em 1864, o comodoro Matthew Perry, comandante de uma expedição naval americana, conseguiu fazer com que os japoneses abrissem seus portos ao mundo com o tratado "Comércio, Paz e Amizade". Abrindo seus portos para o ocidente, surgiu na Terra do Sol Nascente uma tremenda transformação político-social, denominada Era Meiji ou "Renascença Japonesa", promovido pelo imperador Mutsu Hito (1868-1912). Anteriormente, o imperador exercia sobre o povo influência e poderes espirituais, porém com a "Renascença Japonesa" ele passou a ser o verdadeiro comandante da Terra das Cerejeiras.

Nessa dinâmica época de transformações e inovações radicais, os nipônicos ficaram ávidos por modernizar-se e adquirir a cultura ocidental. Tudo aquilo que era tradicional ficou um pouco esquecido, ou melhor, quase que totalmente renegado. Os mestres do jujutsu perderam as suas posições oficiais e viram-se forçados a procurar emprego em outros lugares. Muitos se voltaram então para a luta e exibição em feiras.

A ordem proibindo os samurai de usar espadas em 1871 assinalou um declínio em todas as artes marciais, e o jujutsu não foi uma exceção, sendo considerado como uma relíquia do passado. Como não era difícil acreditar, tempos depois surgiu uma onda contrária às inovações radicais. Havia terminada a onda chamada febre ocidental. O jujutsu foi recolocado na sua posição de arte marcial, tendo o seu valor reconhecido, principalmente pela polícia e pela marinha. Apesar de sua indiscutível eficiência para a defesa pessoal, o antigo jujutsu não podia ser considerado um esporte, muito menos ser praticado como tal. Não haviam regras tratadas pedagogicamente e nem mesmo padronizadas.

Os professores ensinavam às crianças os denominados golpes mortais e os traumatizantes e perigosos golpes baixos. Sendo assim, quase sempre, os alunos menos experientes, machucavam-se seriamente. Valendo-se das suas superioridades físicas, os maiores chegavam a espancar os menores e mais fracos. Tudo isso fazia com que o jujutsu gozasse de uma certa impopularidade, logicamente, entre as pessoas esclarecidas e que possuíssem um pouco de bom senso. O jujutsu entrava em outra fase de decadência.

Nascimento do judô

Jigoro Kano

Jigoro Kano

Baseado nesses inconvenientes, Jigoro Kano, um jovem que na adolescência se sentia inferiorizado sempre que precisasse desprender muita energia física para resolver um problema, resolveu modificar o tradicional jujutsu, unificando os diferentes sistemas, transformando-o em um poderoso veículo de educação física.

Pessoa de alta cultura geral, ele era um esforçado cultor de jujutsu. Procurando encontrar explicações científicas aos golpes, baseados em leis de dinâmica, ação e reação, selecionou e classificou as melhores técnicas dos vários sistemas de jujutsu, dando ênfase principalmente no ataque aos pontos vitais e nas lutas de solo do estilo Tenshin-Shinyo-Ryu e nos golpes de projeção do estilo Kito-Ryu. Inseriu princípios básicos como o do equilíbrio, gravidade e sistema de alavancas nas execuções dos movimentos lógicos.

Estabeleceu normas a fim de tornar o aprendizado mais fácil e racional. Idealizou regras para um confronto esportivo, baseado no espírito do ippon-shobu(luta pelo ponto completo). Procurou demonstrar que o jujutsu aprimorado, além de sua utilização para defesa pessoal, poderia oferecer aos praticantes, extraordinárias oportunidades no sentido de serem superadas as próprias limitações do ser humano.

Jigoro Kano tentava dar maior expressão à lenda de origem do estilo Yoshin-Ryu (Escola do Coração de Salgueiro), esta se baseava no princípio de “ceder para vencer”, utilizando a não resistência para controlar, desequilibrar e vencer o adversário com o mínimo de esforço. Em um combate o praticante tinha como o único objetivo à vitória. No entender de Kano, isso era totalmente errado. Uma atividade física deveria servir em primeiro lugar, para a educação global dos praticantes. Os cultores profissionais do jujutsu não aceitavam tal concepção. Para eles o verdadeiro espírito do jujutsu era o shin-ken-shobu (vencer ou morrer, lutar até a morte).

Diz a lenda que um médico e filósofo japonês, Shirobei-Akyama, estava convencido que a origem dos males humanos seria resultado da má utilização do corpo e do espírito. Deste modo partiu para estudos de técnicas terapêuticas chinesas, estudou o princípio do taoísmo, acupuntura e algumas técnicas de wu-chu, luta chinesa que usava as projeções, as luxações e os golpes. Quando Shirobei retornou ao Japão passou a ensinar seus discípulos o que havia assimilado do princípio positivo da filosofia taoísta, tanto na medicina como na luta, ou seja, ao mal ele opunha o mal, à força, a força. No entanto este princípio só se aplicava a doenças menos complexas como em situações fáceis de lutas, ao enfrentar um oponente mais forte não dava resultados. Assim, seus discípulos o abandonaram e ele perplexo retirou-se para um pequeno templo e por cem dias e meditou. Durante este espaço, tudo foi colocado em questão, a filosofia chinesa ying e yang, a acupuntura e por fim todos os métodos de combate, na medida que “opor uma ação a outra ação não é vantajoso a não ser que a minha força seja superior à força adversa”. Certo dia quando passeava no jardim doa templo enquanto nevava, escutava os estalidos dos galhos das cerejeiras que se quebravam sob ao peso da neve. Por outro lado, observou um salgueiro que com o peso da neve curvava os seus ramos até que a neve era depositada no solo e depois retornava a sua posição inicial.

Por suas idéias, Jigoro Kano era desafiado e desacatado insistentemente pelos educadores da época, mas não mediu esforços para idealizar o novo jujutsu, diferente, mais completo, mais eficaz, muito mais objetivo e racional, denominado de judô, e transformando-o num poderoso veículo de educação física. Chamando o seu novo sistema de judô, ele pretendeu elevar o termo “jutsu” (arte ou prática) para “do”, ou seja, para caminho ou via, dando a entender que não se tratava apenas de mudança de nomes, mas que o seu novo sistema repousava sobre uma fundamentação filosófica.

Em fevereiro de 1882, no templo de Eishoji de Kita Inaritcho, bairro de Shimoya em Tóquio, Jigoro Kano inaugura sua primeira escola de Judô, denominada Kodokan (Instituto do Caminho da Fraternidade), já que “Ko” significa fraternidade, irmandade; “Do” significa caminho, via; e “Kan” instituto.

No Brasil

O judô surgiu no Brasil por volta de 1922, através de Thayan Lauzin . O conde Coma (Mitsuyo Maeda), como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre. Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará em outubro de 1915[1], onde popularizou seus conhecimentos dessa arte. Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido.

Um fator decisivo na história do judô foi a chegada ao país de um grupo de nipônicos em 1938. Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, por meio do esporte do quimono. Apesar de Riuzo Ogawa ser um mestre de jujutsu tradicional, chamou de Judô a arte marcial que lecionava quando este nome se popularizou. Portanto, ensinava um estilo que não era exatamente o Kodokan Judo, o que não diminui sua enorme contribuição ao começo do Judô no Brasil. Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do mestre Jigoro Kano e em 18 de março de 1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972. Hoje em dia o judô é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência. Esse processo culminou com a grande oferta de bons lutadores brasileiros atualmente, tendo conseguido diversos títulos internacionais.

Os três princípios

Os princípios que inspiraram Jigoro Kano quando da idealização do judô foram os três seguintes:

Graduações

Os judocas são classificados em duas graduações: kyu e dan. Dependendo das graduações, os judocas aprendem novos golpes. Há 5 conjuntos de golpes básicos: cada um desses grupos é chamado Kyu. Da faixa branca à laranja, os Senseis ensinam aos judocas os kyus 1 e 2. Do kyu 3 para cima é necessário estar na faixa verde e ainda depende da idade. Os golpes do 3º kyu são para judocas com mais de 16 anos, e se usados em campeonatos, o judoca leva um shido.

As promoções tanto para as graduações de kyu como para as de dan baseiam-se em exames que incidem sobre requisitos tais como: duração de tempo de treino, idade, caráter moral, execução das técnicas especificadas nos regulamentos e comportamento em competições. No caso de promoção de kyu, faixa branca a marrom é outorgada pela associação, no caso de promoção as graduações de dan, até 3º dan são realizadas pela banca examinadora da liga de judô estadual, as outras graduações superiores pela Comissão Nacional de Graus. O sucesso em torneios, campeonatos, por si só não constitui motivo de promoção, é preciso comprovar idoneidade moral e conhecimentos do judô.

Os graus de eficiência no Judô dividem-se em aluno (Kiu) e mestre (Dan). O mais alto grau concedido é a extremamente rara faixa vermelha Judan (10º Dan) que até ao ano de 1965 fora concedida apenas a sete homens.

O Judô prevê ainda um décimo primeiro dan (Juichidan), que também usaria uma faixa vermelha, e ainda um décimo segundo dan (Junidan) que usaria uma raríssima faixa branca, duas vezes mais larga que a faixa comum, simbolizando o auge da pureza, cores essas tanto vermelha como branca que simbolizam a flor de cerejeira, símbolo do Judô. Esta última apenas foi concedida ao mestre inventor do judo, e a quem todos os judocas estão gratos, o mestre Jigoro Kano.

Graduações Kyu

Há oito graus de kyu, os quais se distinguem pelas cores das faixas:

Cores dos cinturões na Europa
Branca
Amarela
Laranja
Verde
Azul
Marrom
Preta
Sistema em uso no Brasil
Branca
Azul
Amarela
Laranja
Verde
Roxa
Marrom
Preta
KYU
KYU Mukyu Faixa Branca
KYU Shitikyu Faixa Cinza
KYU Rokyu Faixa Azul
KYU Gokyu Faixa Amarela
KYU Yonkyu Faixa Laranja
KYU Sankyu Faixa Verde
KYU Nikyu Faixa Roxa
KYU Ikyu Faixa Marrom

Graduações Dan

DAN
DAN Shodan Faixa Preta
DAN Nidan Faixa Preta
DAN Sandan Faixa Preta
DAN Yondan Faixa Preta
DAN Godan Faixa Preta
DAN Rokudan Faixa Vermelha e Branca
DAN Shitchidan Faixa Vermelha e Branca
DAN Ratchidan Faixa Vermelha e Branca
DAN Kyodan Faixa Vermelha
10º DAN Judan ou Jodan Faixa Vermelha

As graduações de dan, ao contrário das de kyu, avançam de 1º dan (shodan) para 10º dan (judan ou jodan), o mais alto grau. Esses graus se diferenciam pelas seguintes cores das faixas:

Pontuação

O objetivo é conseguir ganhar a luta valendo-se dos seguintes pontos:

  • Koka - menor pontuacão no judô, um koka vale um quarto de um ponto inteiro, mesmo sendo acumulativos não significam o final da luta ao se completar 4 koka´s. Um koka se realiza quando o oponente cai sentado.
  • Yuko - um terço de um ponto, tambem idem regra acima.Um Yuko se realiza quando o oponente cai de lado.
  • Wazari - meio ponto, dois wazari valem um ippon e termina o combate logo após o segundo wazari.Um Wazari é um "Ippon" que não foi realizado com perfeição.
  • Ippon - ponto completo, o nocaute do judô, finaliza o combate no momento deste golpe. Um Ippon se realiza quando o oponente cai com as costas no chão, ao término de um movimento perfeito.

Penalizações

Pontuação inversa. Valem pontos para o adversário.

  • Hansokumake - equivale a um ippon.O atleta que recebe tal penalização é eliminado e a luta termina
  • Shido - equivale a um koka.
  • Havendo outras faltas (penalidades),
  o Shido II equivale a um yuko,
  o Shido III equivale a um wazari, e
  o Shido IV é igual a um Hansokumake - equivale a um ippon

Formas de cumprimento (hei-ho)

A prática do judô é regido pela cortesia, respeito e amabilidade. A saudação é o expoente máximo dessas virtudes sociais. Através dela expressamos um respeito profundo aos nossos companheiros. No judô, há duas formas de expressarmos: tati-rei ou ritsu-rei (quando em pé) e za-rei (posição de joelhos). Esta última é conhecida por saudação de cerimônia. Efetua-se as seguintes saudações:

Tachi-rei ou hitsu-rei

Ao entrar no dojo bem como ao sair; Quando subir no tatami para cumprimentar o professor ou seu ajudante; Ao iniciar um treino com um companheiro, assim como ao terminá-lo.

Za-rei

Ao iniciar, bem como ao terminar o treinamento; Em casos especiais, por exemplo, antes e depois dos katas; Ao iniciar um treino no solo com o companheiro, bem como ao terminá-lo.

Técnicas

Na aplicação de waza (técnicas), tori é quem aplica a técnica e uke é aquele em que a técnica é aplicada. As técnicas do judô classificam-se em:

Exercícios básicos

No judô cada professor pode estabelecer o seu sistema de exercício, o plano geral de treinamento é o seguinte:

Taiso

Exercício de aquecimento, visa aquecer e tornar o corpo mais flexível, desenvolvendo também a musculatura.

Ukemi-no-waza

Técnicas de amortecimento de queda.

Uchikomi

Repetição de técnicas para treinar a rapidez dos movimentos e suas corretas aplicações.

Randori

Treino livre, tambem conhecido como "combate", pelo qual a aplicação das técnicas é praticada contra um parceiro, atacando e defendendo.

Shiai

Na preparação para se participar de uma competição são necessárias tanto à destreza mental como a física. As técnicas já dominadas no randori têm agora oportunidade de serem executadas a fundo sob um determinado conjunto de regras.

Kata

É um conjunto de técnicas fundamentais, um método de estudo especial, para transmitir a técnica, o espírito e a finalidade do judô. O mestre Jigoro Kano dizia: "Os katas são a ética do judô, sem o qual é impossível compreender o alcance." Kata oferece ao randori as razões fundamentais de cada técnica. Existem no judô os seguintes katas:

  • Nage-no-kata: formas fundamentais de projeção.
  • Katame-no-kata: formas fundamentais de domínio no solo.
  • Kime-no-kata: formas fundamentais de combate real.
  • Ju-no-kata: formas de agilidade aplicadas em ataque e defesa, utilizando a energia de forma mais eficiente.
  • Koshiki-no-kata: formas antigas é o kata da antiga escola do Jiu-Jitsu. Executava-se antigamente com armadura de samurai.
  • Itsutsu-no-kata: são cinco formas de técnicas. Expressão teórica do judô baseado na natureza.
  • Seiryoku-zenko-kokumin-taiiku-no-kata: é uma forma de educação física, baseada sobre o princípio da máxima eficácia, visa o treino completo do corpo.
  • Kodokan Goshin-Jutsu: técnicas de autodefesa.

Nage-no-kata

É o primeiro kata do judô; compõe-se de quinze projeções divididas em cinco grupos de técnicas:

'Te-Waza' Uki-otoshi Ippon-seoi-nage Kata-guruma
'Koshi-waza' Uki-goshi Harai-goshi Tsurikomi-goshi
'Ashi-waza' Okuriashi-harai Sasae-tsurikomi-ashi Uchimata
'Ma-sutemi-waza' Tomoe-nage Ura-nage Sumi-gaeshi
'Yoko-sutemi-waza' Yoko-gake Yoko-guruma Uki-waza

Os dois judocas executam com extrema seriedade, concentração mental é muito importante. Inicialmente cumprimentam o joseki ou shomen (lugar de honra, mesa central) na posição de tati-rei, voltando em seguida um para o outro para se saudarem mutuamente em za-rei, levantam-se e avançam um passo iniciando com o pé esquerdo.

Em seguida partindo em ayumi-ashi avançam um para o outro e inicia-se o kata. Todas as projeções são feitas para o lado direito e esquerdo do uke. Voltado para o shomen, o tori fica à esquerda e o uke à direita.

Normalmente em sutemi-waza, o uke se levanta por zempo-kaitem-ukemi, exceto no ura-nage e yoko-gake.

Ideologias

  • Quem teme perder já está vencido.
  • Somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância, sabedoria e, sobretudo humildade.
  • Quando verificares com tristeza que não sabes nada, terás feito teu primeiro progresso no aprendizado.
  • Nunca te orgulhes de haver vencido a um adversário, ao que venceste hoje poderá derrotar-te amanhã. A única vitória que perdura é a que se conquista sobre a própria ignorância.
  • O judoca não se aperfeiçoa para lutar, luta para se aperfeiçoar.
  • Conhecer-se é dominar-se, dominar-se é triunfar.
  • O judoca é o que possui inteligência para compreender aquilo que lhe ensinam e paciência para ensinar o que aprendeu aos seus semelhantes.
  • Saber cada dia um pouco mais e usá-lo todos os dias para o bem, esse é o caminho dos verdadeiros judocas.
  • Praticar judô é educar a mente a pensar com velocidade e exatidão, bem como o corpo obedecer com justeza. O corpo é uma arma cuja eficiência depende da precisão com que se usa a inteligência.

5 Fundamentos do Judô

  • ->Shinsei (Postura)

Existem dois tipos de postura no judô Shisentai, que é a postura natural do corpo e Jigotai, que é a postura defensiva

  • -> Shintai (Movimentação)

Aiumy-ashi, andando normalmente. Suri-ashi, andando arrastando os pés. Tsuri-ashi (apenas em katas), que anda-se colocando um pé a frente e arrastando o outro, sem ultrapassar o primeiro.

  • -> Tai-sabaki (Giros do corpo)

Pode ser: Mai-sabaki (para frente), Ushiro-sabaki(para trás) ou Yoko-sabaki(para os lados)

  • -> Komi-Kata (Pegadas)

Existem inúmeros tipos de pegadas, sendo apenas proibida a pegada por dentro da manga e por dentro da barra da calça. A pegada pode ser feita no eri (gola), sode(manga) e no chitabaki(calça) Pode ser de direita (migi) ou de esquerda (hidari). Variando entre canhotos e destros, embora para algumas projeções se use a pegada de lado contrário ao qual se vai atacar.

  • -> Ukemi (amortecimento de quedas)

São 10 no total, sendo 3 para trás, 2 para frente, 3 para os lados e 2 rolamentos.

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Artes marciais chinesas (中國武術) referem-se à enorme variedade de estilos de arte marciais provenientes da China. Freqüentemente, as artes marciais chinesas são chamadas incorrectamente de Kung Fu, o termo correto utilizado na China é Wushu.

História das Artes Marciais Chinesas

Alega-se que a maioria das artes marciais chinesas e algumas Artes Marciais Japonesas são originárias dos ensinamentos de Bodhidharma um monge indiano que viveu alguns anos no Templo Shaolin (um mosteiro budista) durante sua visita à China no século VI A.C. Estudiosos consideram essa alegação com considerável ceticismo, já que notas históricas e a arqueologia moderna relatam origens mais antigas de algumas técnicas e escolas chinesas. Sabe se hoje, que o histórico de guerras na china conta seu inicio há aproximadamente cinco mil anos. De qualquer forma, o Templo Shaolin, localizado na província de Henan, próximo à cidade de Dengfeng, conta com séculos de tradição fomentando as artes marciais, já que o templo proporcionou abrigo para artistas marciais das mais variadas técnicas, provenientes de toda a China. No mundo todo, as artes marciais são muito praticadas e embora ainda tenham o seu caráter marcial, hoje em dia o seu desenvolvimento tem se voltado ao esporte de competição o que tem ajudado no crescimento da prática e maior aceitação por parte das autoridades.

Não se pode negar a forte influência dos estilos internos de wudang, famosa montanha onde existem os templos dos mestres taoístas. Pouco conhecido no ocidente, ainda um pouco fechado até mesmo na china, mas de uma cultura e riqueza ímpar. Atualmente são feitos esforços para tornar o wudang tão popular quanto o shaolin. Os estilos de tai-chi-chuan, xing yi quan e baguazhang entre outros nasceram praticamente em wudang, o centro do kung fu interno onde o qi gong e a meditação são o forte em seu treinamento. As pessoas falam muito de shaolin devido a sua fama e popularidade, mas não conhecem o centro dos monges e guerreiros Wudang que influenciaram as linhas internas do kung fu chinês.

Estilos de Artes Marciais Chinesas

Centenas de diferentes estilos de artes marciais chinesas foram desenvolvidas nos últimos 2.000 anos. Diversos estilos distintos traziam seus próprios conjuntos de técnicas e idéias. Há também diversos temas comuns entre estilos, o que levou muitos a caracterizá-los como pertencentes a "famílias" (家, jiā) de artes marciais. Há estilos que imitam movimentos de animais. Há estilos que reúnem inspiração de diversas filosofias chinesas. Alguns estilos se concentram totalmente na crença de controlar a energia Qi, Chi ou Ki, enquanto outros focam totalmente competições e exibições. Muitos estilos, também, fazem uso de um vasto arsenal de armas chinesas. Para uma lista de estilos, veja Lista de artes marciais chinesas.

As artes marciais chinesas podem ser divididas em duas grandes categorias: externas e internas. A diferença está em que tipo de treinamento seu foco principal compreende, mesmo que a maioria dos estilos deveria conter ambos elementos internos e externos, na prática isto não se revela, cada um tende a se concentrar em um dos pólos, devido a dificuldade de entender o que seja interno.

Os estilos externos podem ainda ser divididos entre do norte e do sul, se referindo a que parte da China que os estilos vieram (utilizando Rio Yangtze, ou Chang Jiang, como referência).

Estilos externos

Estes estilos são o que a maioria das pessoas associa com as artes marciais chinesas. Os estilos são geralmente rápidos e explosivos, com foco na força física e agilidade.

Estilos externos podem ser tanto os estilos tradicionas, que focam na aplicação e na luta, como também os estilos modernos, adaptados para competições e exercícios. Exemplos de estilos externos são Wing Chun, que enfatiza socos e bloqueios curtos, Shaolin Quan, com seus ataques explosivos e chutes altos que se parecem com o Tae Kwon Do coreano, e também muitos estilos inspirados por movimentos de animais.Não podemos esquecer das técnicas de Shuaijiao técnicas de projeções e quedas, e do chin-na técnicas de torções e imobilizações.

Estilos externos são iniciados com um treinamento de força muscular, velocidade e aplicação, e geralmente integram conhecimentos de qigong nos treinamentos avançados, depois que o nível físico desejado já tenha sido alcançado.

Estilos internos

Estilos internos focalizam primariamente na prática do que consideram como elementos internos, como consciência do espírito, da mente e do Nei Gong (potencial interno). Alguns praticantes de estilo interno dizem que a diferença entre interno e externo é principalmente a distinção do interior e exterior do corpo. A razão para o nome "interno", de acordo com as escolas, é que há um foco nos aspectos internos, desenvolvimento do Chi ou energia vital, já no início do treinamento. Uma vez apreendidas as relações internas, elas são aplicadas externamente pelo estilo em questão.

Devido ao longo período que os iniciantes são postos a trabalhar nos princípios básicos das escolas internas e, talvez, devido à predominância recentemente de diversas escolas "New Age" ocidentais (que são criticadas pelos "conservadores" por enfatizar a filosofia, deixando de lado o treinamento intenso), várias pessoas passaram a pensar que tais estilos não oferecem o treinamento físico necessário.

Nas escolas conservadoras, entretanto, muito tempo é reservado ao trabalho físico básico, como por exemplo a "postura da árvore" (Zhan Zhuang), fortalecimento do corpo, além posibilidade do uso de armas em nível avançado, que podem conter exigências de coordenação extremamente sofisticadas. Além disso, vários estilos internos utilizam treinamentos em duplas, como por exemplo, o Tui Shou.

Os movimentos da maioria dos estilos internos são executadas lentamente, embora alguns também incluam movimentos repentinamente explosivos, como aqueles do I-Chuan, Hsing-I Chuan, Tai Chi Chuan estilo Chen e Pa-Kua. É bem verdade que em toda história bem poucas pessoas dominaram verdadeiramente esta classe de estilos, na atualidade é muito raro encontrar um mestre de profundo conhecimento no Neijia, quanto mais variedades de técnicas e estilos se treina pior a qualidade de quem busca aperfeiçomento nos estilos internos, mas sua base pode se relacionar tranquilamente com os estilos de sua família, desde que ensinados corretamente.

O Neijia é uma forma de Arte Marcial ampla que integra muitos sistemas e que tem um caráter simbólico. Cada técnica, movimento e treinamento representa algo mais profundo da natureza do homem e do universo. Filosoficamente mantém seus valores atemporais (justiça, ética sabedoria,...) unidos ao aspecto marcial, deixando de ser apenas um conjunto de técnicas de combate. Quem trilha um caminho de valor, naturalmente se harmoniza com a vida e com o meio.

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ARTES  MARCIAIS

As artes marciais são sistemas de práticas e tradições para treinamento de combate, usualmente (mas nem sempre) sem o uso de armas de fogo ou outros dispositivos modernos.

Marte

Marte

A origem do termo artes marciais é ocidental e latina, uma referência às artes de guerra e luta. Sua origem é vinculada ao deus da guerra greco-romano Marte. Assim, as artes marciais segundo esta mitologia são as artes ensinadas pelo Deus Marte aos homens.

As artes militares ou marciais são todas as práticas utilizadas pelos exércitos no desenvolvimento de treinamento e habilidades para o uso em guerras não importando a origem ou povo que a criou.

Hoje o termo artes marciais é usado para todos os sistemas de combate de origem oriental e ocidental, com ou sem o uso de armas tradicionais.

No oriente existem outros termos mais adequados para a definição destas artes, como Wu Shu na China e Bu-Shi-Do no Japão que também significam artes de guerra, ou "Caminho do Guerreiro".

Muitas destas artes de guerra do oriente e ocidente deram origem a artes atuais que hoje são praticados em todo o mundo como Karate, Kung Fu, Tae Kwon Do, Esgrima, Arqueirismo, Hipismo etc, e se diferem dos esportes de combate como o Boxe, Judo, Luta Olimpica, pois no esporte a competição as regras prevalecem pois o objetivo é ver aquele que marca mais pontos dentro de uma regra, já as modalidades que tem uma origem mais marcial tem como objetivo a defesa pessoal em uma situação de risco sem regras, e com o enfoque principal na formação do carater do ser humano. No Japão estas artes são chamadas de Bu-Dô ou "Um caminho educacional através das lutas".

A História das Artes Marciais

O Boxe já era praticado no antigo Mediterrâneo.

O Boxe já era praticado no antigo Mediterrâneo.

Sua origem confunde-se com o desenvolvimento da civilização quando, logo após o desenvolvimento da onda tecnológica agrícola, alguns começam a acumular riqueza e poder, ensejando o surgimento de cobiça, inveja, e seu corolário, a agressão.

A necessidade abriu espaço para a profissionalização da proteção pessoal. Embora a versão mais conhecida da arte marcial, principalmente a história oriental, tenha como foco principal Bodhidharma monge indiano que em viagem a china orientou os monges chineses na prática do yoga e rudimentos da arte marcial indiana o que caracterizou posteriormente na criação de um estilo próprio pelos monges de shaolin, é sabido históricamente, através da tradição oral e escavações arqueológicas que o kung fu já existia na China há mais de cinco mil anos. Da China estes conhecimentos se expandiram por quase toda a ásia. Japão e Coréia também têm tradição milenar em artes marciais.

Roda de capoeira.

Roda de capoeira.

Recentes descobertas arqueológicas também mostram guardas pessoais, na Mesopotâmia, praticando técnicas de defesa e de imobilização de agressores. Paralelamente, o mundo ocidental desenvolveu outros sistemas, como o Savate francês. Atualmente, pessoas de todo o mundo estudam artes marciais por diferentes motivos como condicionamento físico, defesa pessoal, coordenação física, lazer, desenvolvimento de disciplina, participação em um grupo social, e estruturação de uma personalidade sadia pois a prática possibilita o extravasamento da tensão que harmoniza o indivíduo focalizando-o positivamente.

Sistemas de classificação dos estilos de luta

Existem diversos sistemas distintos de classificação dos estilos de arte marcial, adotados por diferentes culturas em momentos históricos específicos.

Na China

Praticantes de Tai Chi Chuan em treinamento

Praticantes de Tai Chi Chuan em treinamento

As artes de lutas estão classificadas em dois grupos:

  • Wu Shu = artes de guerra onde se encontra os estilos tradicionais mais antigos, que se sub dividem em:
  • Kuo-Shu = artes chinesas, onde se encontra os estilos mais recentes e modernos, muito destes adaptados a competição.

No Japão

As artes da luta também se dividem em dois grupos:

No Ocidente

Artes marciais mistas.

Artes marciais mistas.

Diversas práticas marciais estão vinculadas unicamente à luta e à defesa pessoal, situação muito distinta da do oriente, que as integra a um sistema filosófico que prepara o praticante também física e espiritualmente, criando uma consciência da futilidade de viver competindo e de utilizar sua arte para agredir quem não tem o mesmo preparo.

Entre os estilos ocidentais de luta podemos citar: Savate, Kickboxing, Boxe, Luta Livre, Capoeira, Esgrima, Sambo, e outros mais recentes criados principalmente da mescla com sistemas de luta orientais.

Sendo segundo alguns historiadores o Pankration uma das artes marciais, do ocidente, sendo levada pelos exercitos de Alexandre-O Grande, para Oriente.

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24 octobre 2007

O BMX...

A origem

As crianças imitavam seus ídolos do motocross com suas bicicletas, construíam pistas e faziam corridas informais. Assim nascia um novo desporto. Algum tempo depois, as crianças comecaram a criar manobras com suas bicicletas que não precisavam das pistas de terra, eram feitas nas ruas. Eram manobras somente com a bicicleta, ou ainda em pistas de skate, febre da época. Surgia o Estilo Livre, ou Freestyle

As modalidades

O BMX divide-se em duas modalidades, o BMX Racing (corrida) e o BMX Freestyle (Manobras).

Já o Freestyle (estilo livre) também é dividido em modalidades, sendo diferenciadas pelo local e a forma de como são executadas as manobras.

Dirt Jumping

É praticado em rampas de terra, com alturas e distâncias variadas, podem ser rampas únicas, doubles, ou sequencias chamadas de trails. As manobras são uma mistura das manobras vistas no vert com os grandes saltos do bicicross.

Vert

Vert ou Vertical é praticado em uma rampas com formato de “U”, denominada Half-Pipe, com manobras nas bordas e nos chamados aéreos (vôos para fora da rampa) onde os atletas buscam executar manobras de alto grau de dificuldade o mais alto possível no dois lados da rampa. É uma modalidade com um belo visual para espectadores.

Street

É praticado nas ruas, os obstaculos são tudo o que possa ser encontrado, desde escadas, corrimãos, paredes, bancos, monumentos e etc. As manobras combinam o Dirt , o Vert e o Flatland são executadas ao se transpor algum obstaculo, e o que vale é a criatividade em cada obstáculo encontrado pelas ruas.

Park

É praticado em percursos fechados onde se encontram obstaculos que, inicialmente, procuravam simular os obstaculos das ruas, mas atualmente já possui um desenho próprio, com rampas para aéreos e para saltos, bancadas, muros e paredes, e possui ainda hoje algumas poucas simulações de obstáculos encontrados nas ruas, como escadas e corrimãos.

Flatland'

É praticado em áreas planas e sem obstaculos, as manobras são um desafio de equilíbrio, criatividade e agilidade que podem ser estáticas (usando freios) ou com muito movimento (sem os freios). Os atletas ou artistas buscam executar varias combinações e variações seguidamente sem interrupção do movimento entre uma manobra e outra. A Bicicleta utilizada no Flatland é a mais diferenciada entre as usadas nas outras modalidades do Freestyle.

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17 octobre 2007

MOTOCROSS

Motocross

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A rider cornering during a motocross race in Australia

A rider cornering during a motocross race in Australia

O motocross é uma modalidade desportiva, praticada sobre as motos de estilo Enduro, são várias as categorias do Motocross, como: Arenacross, Trial e Enduro. Motocross (freqüentemente encurtou (MX) ou MotoX) é uma forma de motovelocidade ou Off road, que os pilotos sujeitaram circuitos de fora-estrada inclusos em circuito fechado e são considerados amplamente, como a forma mais popular do mundo de corrida de motocicletas.

Índice

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[editar] Eventos

As motos são funcionadas nas sessões chamadas races. Há duas motos em uma raça e os cavaleiros que o lugar naqueles se aquece são calculados a média junto para começar seu revestimento total. O objeto da competição é terminar primeiramente um número definido dos regaços (geralmente três sete para amadores, mais para profissionais) ou período de tempo fixo (qualquer coisa até 40 minutos).

As trilhas de Motocross são frequentemente completamente grandes (ao redor 1 a 2 milhas) e incorporam características naturais do terreno com quantidades variando de saltos sintéticos e de outras características. Não é unheard para que de uma trilha de Motocross seja composta inteiramente dos montes e não gira com nenhuns saltos em tudo. No contraste Supercross é uma trilha sintética do entirley, comprisingly quase exclusivamente de uma disposição larga dos saltos e prendida tipicamente em um stadium indoor. Devido ao tamanho de trilhas ao ar livre, raças dos motocross incluir tipicamente 40 racers, no contraste a Supercross onde é somente prático ter aproximadamente 25 cavaleiros.

Motocross ocorre tradicionalmente no tempo molhado, conduzindo às cenas enlameadas como este e daqui ao termo que Scrambling. As raças variam na duração, medida geralmente a tempo decorrido mais um ou dois regaços. O GP ou as raças Pro de AMA tendem a ser longo, por exemplo 30 minutos mais 2 regaços. No extremo oposto do spectrum, as raças amadoras por novatos podem ser tão pouco quanto 10 minutos (ou mais curtas). Quando a duração designada do tempo da raça está completa, uma linha de revestimento flagger sinaliza através de uma placa ou de uma bandeira aos racers que há um ou dois regaços esquerdos, e a raça é terminada por a chequered a bandeira. Contrastando com motocross, na “fora-estrada” que compete eventos de Enduro, Hare e Hounds, o Hare Scrambles, GP que competem, etc. (os eventos que são similar aos motocross, mas colocam uma ênfase mais grande em cima do terreno natural da leitura e obstáculos sobre um período de tempo longo em umas velocidades muito mais grandes do que motocross tradicionais) lá é uma quantidade do jogo de regaços ou de laços da distância para terminar ou apenas de um limite de tempo máximo a competir abaixo em um curso natural do terreno, por exemplo, Baja 1000.

Competir de Motocross é um dos formulários o mais visualmente atraentes do motorsport, com os cavaleiros que executam pulos seemingly morte-defying, de voltas visivelmente na borda da tração (como indicado por um deslizamento, girando a sujeira jogando do pneu traseiro em tudo atrás dela), e do esforço dos cavaleiros claramente visíveis porque movem seus corpos em torno de suas motocicletas para o contrapeso as bicicletas para a velocidade máxima.

O esporte tem evoluído recentemente com sub-disciplines como Supercross e Arenacross (ambos são motocross indoor), Freestyle (ou FMX) (uma exposição da habilidade saltando melhor que de competir), Supermoto (Motocross faz à máquina competir no tarmac e fora da estrada) e motocross do vintage (competições com pre-dating 1975 das bicicletas geralmente). Motocross pode ser um esporte da entrada para o motorsport no general. As classes para jovens das crianças tão quanto 4 anos velho existem para a competição nas máquinas 50cc.BLIKAX

nem nem eh dah sua conta

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A Bicicleta de Todo-o-Terreno (BTT) surgiu nas zonas montanhosas da Califórnia na década de 1970.

Este tipo de bicicleta surgiu da necessidade de obter máquinas suficientemente robustas para superarem os obstáculos impostos pela natureza, principalmente nas enormes descida das colinas da Califórnia, pelas quais os primeiros Betetistas se lançavam a grande velocidade.

Como as bicicletas de estrada não estavam adequadas a este tipo de aventuras, começaram por adaptar a tradicional bicicleta do carteiro.

Essas adaptações foram surgindo de forma artesanal, nas garagens dos mais aventureiros. Foi o principio de uma industria que hoje vive muito à custa da alta tecnologia.

Pedalar numa BTT de 1000 contos corresponde, do ponto de vista evolutivo, a conduzir um carro de F1. 

A nível de competição, o BTT tem duas vertentes principais: o downhill (DH) e o cross-country (XC).

No downhill, o objectivo é descer uma encosta o mais rápido possível. Quanto mais dificuldades houver pelo caminho, melhor....pelo menos para quem está a assistir e quiser ver umas valentes quedas.

No cross-country é preciso muita resistência física, algum espírito de sacrifício e os tombos também costumam marcar presença. As corridas têm a duração média de 2 horas e estão escalonadas por classes etárias.

O BTT tem regras específicas, que o demarcam das outras actividades velocipédicas. Por exemplo: Durante uma prova de XC o atleta não pode receber apoio exterior a não ser o fornecimento de alimentação e assistência médica. Qualquer outra anomalia, como furos, avarias, etc, terão que ser resolvidos exclusivamente pelo atleta.

Mas o BTT não é só praticado por atletas federados. Para todos aqueles que gostam de pedalar, seja uma vez por ano, ou duas vezes por dia, as nossas saudações BTTistas. 

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